A Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, dá mais um passo em relação à regulação da maconha no país. Agência deve liberar o plantio da erva apenas por empresas ou associações.

Segundo informações, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, enviou dois técnicos ao Canadá para estudar e colher informações sobre como é a regulação do plantio medicinal da erva no país norte-americano.

De acordo com o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o objetivo da Anvisa é regular até o fim de 2017 a liberação do plantio medicinal da maconha. Entretanto, apenas empresas ou associações poderão fazer.

eguramente, eu creio que há uma perspectiva de que, no Brasil, se verifique a legislação para dar garantia jurídica a quem resolver plantar (maconha) e fabricar a medicação para não ser confundido com tráfico, poder produzir o medicamento e ajudar as pessoas que precisam”, disse Jarbas Barbosa, em outubro do ano passado, durante um debate na rádio.

Tarja Preta

Jarbas Barbosa, presidente da Anvisa, assinou em janeiro a resolução que autoriza a venda do primeiro remédio à base de derivados de Cannabis sativa, a planta da maconha.

De tarja preta, o Mevatyl spray, registrado (e já à venda) em países europeus e no Canadá como Sativex, é indicado para o tratamento de espasmos prolongados relacionados à esclerose múltipla.

O medicamento contém os dois princípios ativos da planta, tanto CDB quanto THC. Pelos critérios da Anvisa, o medicamento pode ter uma concentração de até 30 miligramas do derivado da maconha por mililitro. A estimativa é que o medicamento esteja à venda nos próximos meses.

Aval ao Cultivo Caseiro

Apesar deste estudo para regulamentar o cultivo caseiro ser um pequeno passo, este deve ser levado em conta para que venham os próximos.

Atualmente no Brasil, desde novembro passado, algumas famílias conseguiram na Justiça um Habeas Corpus que os autorizam a cultivar a própria maconha para fins medicinais. A medida impede autoridades policiais de efetuar prisão em flagrante ou apreender e destruir as plantas, ações previstas na legislação.

Via: SmokeBuddies


Um estudo recente publicado pela revista Nature, revela que um dos componentes presentes na erva podem fazer parte de um tratamento surpreendente contra o mal de Alzheimer.

O componente é o tetraidrocanabinol (THC), principal substância psicoativa da cannabis.

Nesse estudo foram realizados testes com a finalidade de remover placas de proteína beta-amilóide acumuladas no cérebro. Essa proteína esta associada à morte de neurônios e como consequência a degeneração de regiões cerebrais ligadas à memória. Esse processo desenvolve doenças que causam demência, como o Alzheimer.

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Passos para a legalização total multiplicam os negócios em torno da ‘cannabis’ nos EUA

Califórnia vota em novembro uma lei que pode ser definitiva

Há três anos, Dan Humiston organiza uma importante feira de negócios em Nova York e Los Angeles. Cerca de cem expositores, dezenas de conferências sobre legislação e marketing, uma vibrante troca de ideias e centenas de potenciais investidores percorrendo seus corredores servem como prova do seu sucesso. Mas a feira tem uma peculiaridade. O produto principal, a maconha, não está em lugar algum. É ilegal. Mesmo assim, os participantes do Congresso Mundial da Cannabis têm certeza de que estão largando na frente em uma nova corrida do ouro.

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Em setembro de 1987, um inesperado carregamento de latas de maconha foi despejado no litoral brasileiro, espalhando-se por praias cariocas e paulistas.

Foi o que bastou para que a galera da época passasse a consumir o “presente divino” durante vários meses, virando o ano e batizando o verão de 1988 como o “verão da lata”.

O insólito verão completa agora 27 anos e é imortalizado no documentário Verão da Lata, dirigido por Tocha Alves e Haná Vaisman, e que estreou no canal a cabo History Channel em dezembro do ano passado. Virgula conversou com Tocha, que conta mais sobre aquele inesquecível verão. Continue reading →


Empresa norte-americana, Vibronic, desenvolveu e patenteou rodas de skate feitas com borracha extraída do cânhamo industrial.

A Vibronic Wheels em Dayton, Ohio, tem uma divisão dentro da empresa chamada  Rubber-Tech,, é uma autoridade reconhecida na indústria. Tendo mais de 60 anos de experiência combinada fazendo peças de skate de qualidade usando materiais da era espacial.


O cânhamo é uma variedade da cannabis que é usado desde os primórdios da humanidade. Há indícios do uso de cânhamo que datam de 12 mil anos. Por ser uma planta muito versátil, capaz de produzir fibras muito fortes, tecidos de excelente qualidade, papel, plásticos, etc, o cânhamo faz parte da história da humanidade.

Além de ser a matéria prima para a fabricação de diversos produtos e produção de combustível, o cânhamo também tem um papel fundamental na descontaminação do solo.

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Na última sexta-feira (8) o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, sancionou a lei 1787, que regulamenta “o acesso seguro e informado para uso médico e científico de cannabis e seus derivados no território nacional da Colômbia”.

A lei é uma iniciativa do senador liberal, Juan Manuel Galán, e estabelece um marco regulatório para que os colombianos possam adquirir diferentes produtos, que contenham a aprovação do Ministério da Saúde.

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O doce tem o nome de Chrontella e é basicamente a nossa Nutella, com a adição da boa e velha maconha. Segundo a empresa, outros doces da linha, como geléias canábicas, também serão vendidos. As informações são do portal Vírgula.

A larica das laricas finalmente foi inventada em terras canadenses. Estamos falando da Chrontella, uma mistura cremosa que combina chocolate, avelãs e maconha, tudo dentro da lei e para fins medicinais. Seria mais ou menos como uma Nutella, com a diferença do ingrediente verdinho que pode ser apreciado logo nas primeiras colheradas. Por enquanto, só dá para comprar a guloseima em lojas especializadas no Canadá, mesmo. Imagina se a moda pega?

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A compra e venda legal de maconha no Uruguai, a medida do governo com maior repercussão internacional nos últimos anos e marca do mandato do ex-presidente José Mujica, começará nesta terça-feira sua caminhada com apenas 50 farmácias do país associadas ao plano para sua implementação.

Os motivos expostos pelas três grandes organizações que representam as quase 1,2 mil farmácias que operam no Uruguai coincidem em vários pontos para justificar a não associação ao plano.

Por um lado, argumentam que muitas farmácias do interior do país, ou seja, aquelas que não estão em Montevidéu, consideram que a venda de maconha em seus estabelecimentos pode afetar a imagem diante dos clientes com valores mais tradicionais, dado que estes não veem com bons olhos o consumo de cannabis de forma legal.

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